Oração
A Virgem Maria explica-nos a essência da oração
A oração é o único caminho da Salvação. A oração é o que vos faz experimentar a verdadeira alegria. Ela constitui um verdadeiro colóquio com Deus; a vossa oração é o diálogo de um filho com o seu Pai. Em cada oração, deveis escutar a voz de Deus. A oração vos permite enxergar tudo com clareza; ela vos ensina a chorar e vos faz florescer. Quão felizes seriam tantos, se conhecessem e vivenciassem a essência da oração! Agora que o sabeis, esforçai-vos por praticá-la. A oração não é um entretenimento. Sem a oração, não podereis viver em paz. A oração é vida!"
Por que rezar?
Por que Deus, o Pai Celeste nos exorta à vida de oração?"
"Invoca-me no dia da angústia: eu te livrarei, e tu me glorificarás (Sl. 50:15). Para além do fato de o Senhor atender ao nosso clamor nas necessidades exteriores, todo aquele que se dispuser a perscrutar a Sua Palavra com o coração aberto, sentirá, inevitavelmente, uma premente necessidade interior. É nesse instante que ressoa o convite do Pai.: "Invoca-me no dia da angústia."
Por que Deus, o Filho, nos chama à oração?
"Disse-lhes Jesus uma parábola, sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer" (Lc. 18:1). "Pedi, e dar-se-vos-á, buscai, e achareis; batei. e abrir-se-vos-á" (Mt. 7:7). O Filho de Deus, por conseguinte, convoca-nos a intensificar a nossa oração. Porquanto 'pedir' constitui uma súplica passiva; 'buscar' denota já uma decidida perseverança; todavia, 'bater' significa penetrar até à presença de Deus, insistindo até que se abram as portas do Santíssimo.
Para quem ora, o simples ato de rezar não significa estar, por si só, imerso no Amor. Quando a oração se reduz à repetição automática de fórmulas feitas, gélidas e desprovidas de calor ou de uma participação profunda do amor, não estamos verdadeiramente orando, nem habitamos no Amor. A oração é diálogo! No verdadeiro amor, nada é mecânico, repetitivo ou frio; n'Ele, somos perenemente renovados. Não proferimos frases feitas ou decoradas, mas somos sempre originais — ainda que repitamos palavras já ditas —, tal como sucede num diálogo que, ao renovar-se a cada instante, cresce em profundidade.
Habitamos na oração e, por conseguinte, no Amor, quando comunicamos — seja no silêncio, seja em voz alta — com um coração dócil, fecundo e inteiramente aberto à receção da graça.
Estamos no Amor quando oramos com simplicidade e humildade, vivenciando o vigor de cada palavra que proferimos, como se estas brotassem do âmago da nossa alma, da nossa inteligência e da nossa memória viva.
Cumpre assinalar, outrossim, que, à luz da ciência contemporânea, é-nos dado conferir uma nova exegese à oração. A prece, compreendida em sua essência — isto é, despojada de todo o automatismo, superficialidade ou rotina, e sempre renovada —, torna-se uma irradiação de força espiritual que se difunde sincronicamente por todo o universo, amplificando a energia pura e benfazeja. Estabelece-se, assim, uma simultaneidade de comunicação entre a criatura e o Criador. A oração constitui, pois, uma realidade física, transcendendo a esfera meramente subjetiva.
Quando oramos com toda a alma e com a plenitude do coração, a ressonância espiritual eleva-se a patamares sublimes; o sentimento de paz, de bem-aventurança e de proteção torna-se extraordinário.
"A Virgem Santíssima, de modo particular a partir das aparições em Lourdes, confere uma ênfase perenal à recitação do Santo Rosário. Em Lourdes, manifestou-se portando sempre o Rosário; em sucessivas aparições, exortou incessantemente à sua prática. Em Fátima, em cada uma de Suas aparições, Ela insistiu: 'Rezai o Rosário quotidianamente'.
Em Medjugorje, desde o princípio, a Rainha da Paz solicita a oração do Rosário. A 14 de agosto de 1984, disse: 'Desejaria que, a cada dia, se rezasse, ao menos, o Rosário'."
Mensagem de 14 de agosto de 1984 "Desejaria que o povo, nestes dias, rezasse comigo. E que rezem o mais que puderem! Que, além disso, jejuem às quartas e à sextas-feiras; que cada dia recitem, ao menos, o Rosário: os mistérios gozosos, dolorosos e gloriosos". A Nossa Senhora pediu-nos que acolhêssemos esta mensagem com firme vontade.
"Peço às famílias da paróquia que recitem o Rosário em família."
Mensagem de 27 de setembro de 1984 "Queridos filhos, ajudastes-me com a vossa oração a realizar os meus projetos. Continuai a rezar, a fim de que estes projetos se realizem plenamente. Peço às famílias da paróquia que recitem o Rosário em família. Obrigada por terdes respondido ao meu apelo!"
Mensagem de 25 de junho de 1985 - 4º aniversário das aparições. À pergunta de Marija Pavlovic: "Que coisa queres dizer aos sacerdotes?", a Virgem Santíssima respondeu assim:
"Queridos filhos, exorto-vos a convidar todos à oração do Rosário. Com o Rosário vencereis todos os obstáculos que Satanás, neste momento, deseja infligir à Igreja Católica. Vós, todos os sacerdotes, recitai o Rosário, dai espaço ao Rosário. Obrigada por terdes respondido ao meu apelo!"
Nos mistérios do Santo Rosário, contemplamos todas as fases do Evangelho:
Nos mistérios gozosos, percorremos as cenas da Encarnação e Infância do Verbo: a Anunciação do Arcanjo a Nossa Senhora, a Visitação à prima Isabel, a Natividade de Nosso Senhor Jesus Cristo, a Sua Apresentação no Templo e a Sua admirável Sabedoria manifestada entre os Doutores.
Nos Mistérios Dolorosos, meditamos sobre a Agonia de Nosso Senhor no Horto das Oliveiras e a Sua cruel Flagelação. Contemplamos, outrossim, a Coroação de Espinhos, a subida ao Calvário sob o peso da Cruz, culminando na Sua Crucificação e Morte redentora.
Nos Mistérios Gloriosos, contemplamos a triunfante Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo e a Sua admirável Ascensão aos Céus. Meditamos, outrossim, sobre a descida do Espírito Santo sobre a Virgem Maria e os Apóstolos, culminando na gloriosa Assunção de Nossa Senhora e na Sua Coroação como Rainha do Céu e da Terra.
Sob a maternal inspiração da Virgem Santíssima, a 16 de outubro de 2002, através da Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae, Sua Santidade o Papa João Paulo II acrescentou ao Santo Rosário com a inclusão dos Mistérios da Luz.
Nos Mistérios Luminosos, percorremos a vida pública de Nosso Senhor Jesus Cristo: desde o Seu Batismo no Jordão e o primeiro milagre nas Bodas de Caná, até à Proclamação do Reino de Deus, a Sua gloriosa Transfiguração e a Instituição da Santíssima Eucaristia.
Esta venerável devoção atravessou os séculos sob o constante empenho da Santa Igreja em difundi-la. Possui a virtude de despertar e nutrir em nós o recolhimento, conduzindo-nos ao encontro dos sacrossantos mistérios da nossa fé. É a oração tanto do douto quanto do simples, pois, como nenhuma outra, adapta-se com perfeição à capacidade de todos.
Supliquemos à Virgem Maria Santíssima a graça de sermos não apenas zelosos propagadores, mas, sobretudo, perseverantes na prática desta recitação; que o nosso espírito seja sempre animado por um ardente desejo de rezá-lo com fervor e alegria. Tenhamos a firme convicção de que o Santo Rosário é o elo que une o tempo à eternidade, entrelaçando a cidade terrena à Cidade de Deus.
Supliquemos à Mãe de Deus a mercê de sermos constantes propagadores e fiéis executores desta santa prática; que o nosso coração se inflame no propósito de rezá-la com perpétuo fervor. Tenhamos a firme convicção de que o Santo Rosário é o elo que une o tempo à eternidade, entrelaçando a cidade terrena à Cidade de Deus.
A oração é o único caminho da Salvação. A oração é o que vos faz experimentar a verdadeira alegria. Ela constitui um verdadeiro colóquio com Deus; a vossa oração é o diálogo de um filho com o seu Pai. Em cada oração, deveis escutar a voz de Deus. A oração vos permite enxergar tudo com clareza; ela vos ensina a chorar e vos faz florescer. Quão felizes seriam tantos, se conhecessem e vivenciassem a essência da oração! Agora que o sabeis, esforçai-vos por praticá-la. A oração não é um entretenimento. Sem a oração, não podereis viver em paz. A oração é vida!"
Por que rezar?
Por que Deus, o Pai Celeste nos exorta à vida de oração?"
"Invoca-me no dia da angústia: eu te livrarei, e tu me glorificarás (Sl. 50:15). Para além do fato de o Senhor atender ao nosso clamor nas necessidades exteriores, todo aquele que se dispuser a perscrutar a Sua Palavra com o coração aberto, sentirá, inevitavelmente, uma premente necessidade interior. É nesse instante que ressoa o convite do Pai.: "Invoca-me no dia da angústia."
Por que Deus, o Filho, nos chama à oração?
"Disse-lhes Jesus uma parábola, sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer" (Lc. 18:1). "Pedi, e dar-se-vos-á, buscai, e achareis; batei. e abrir-se-vos-á" (Mt. 7:7). O Filho de Deus, por conseguinte, convoca-nos a intensificar a nossa oração. Porquanto 'pedir' constitui uma súplica passiva; 'buscar' denota já uma decidida perseverança; todavia, 'bater' significa penetrar até à presença de Deus, insistindo até que se abram as portas do Santíssimo.
Para quem ora, o simples ato de rezar não significa estar, por si só, imerso no Amor. Quando a oração se reduz à repetição automática de fórmulas feitas, gélidas e desprovidas de calor ou de uma participação profunda do amor, não estamos verdadeiramente orando, nem habitamos no Amor. A oração é diálogo! No verdadeiro amor, nada é mecânico, repetitivo ou frio; n'Ele, somos perenemente renovados. Não proferimos frases feitas ou decoradas, mas somos sempre originais — ainda que repitamos palavras já ditas —, tal como sucede num diálogo que, ao renovar-se a cada instante, cresce em profundidade.
Habitamos na oração e, por conseguinte, no Amor, quando comunicamos — seja no silêncio, seja em voz alta — com um coração dócil, fecundo e inteiramente aberto à receção da graça.
Estamos no Amor quando oramos com simplicidade e humildade, vivenciando o vigor de cada palavra que proferimos, como se estas brotassem do âmago da nossa alma, da nossa inteligência e da nossa memória viva.
Cumpre assinalar, outrossim, que, à luz da ciência contemporânea, é-nos dado conferir uma nova exegese à oração. A prece, compreendida em sua essência — isto é, despojada de todo o automatismo, superficialidade ou rotina, e sempre renovada —, torna-se uma irradiação de força espiritual que se difunde sincronicamente por todo o universo, amplificando a energia pura e benfazeja. Estabelece-se, assim, uma simultaneidade de comunicação entre a criatura e o Criador. A oração constitui, pois, uma realidade física, transcendendo a esfera meramente subjetiva.
Quando oramos com toda a alma e com a plenitude do coração, a ressonância espiritual eleva-se a patamares sublimes; o sentimento de paz, de bem-aventurança e de proteção torna-se extraordinário.
"A Virgem Santíssima, de modo particular a partir das aparições em Lourdes, confere uma ênfase perenal à recitação do Santo Rosário. Em Lourdes, manifestou-se portando sempre o Rosário; em sucessivas aparições, exortou incessantemente à sua prática. Em Fátima, em cada uma de Suas aparições, Ela insistiu: 'Rezai o Rosário quotidianamente'.
Em Medjugorje, desde o princípio, a Rainha da Paz solicita a oração do Rosário. A 14 de agosto de 1984, disse: 'Desejaria que, a cada dia, se rezasse, ao menos, o Rosário'."
Mensagem de 14 de agosto de 1984 "Desejaria que o povo, nestes dias, rezasse comigo. E que rezem o mais que puderem! Que, além disso, jejuem às quartas e à sextas-feiras; que cada dia recitem, ao menos, o Rosário: os mistérios gozosos, dolorosos e gloriosos". A Nossa Senhora pediu-nos que acolhêssemos esta mensagem com firme vontade.
"Peço às famílias da paróquia que recitem o Rosário em família."
Mensagem de 27 de setembro de 1984 "Queridos filhos, ajudastes-me com a vossa oração a realizar os meus projetos. Continuai a rezar, a fim de que estes projetos se realizem plenamente. Peço às famílias da paróquia que recitem o Rosário em família. Obrigada por terdes respondido ao meu apelo!"
Mensagem de 25 de junho de 1985 - 4º aniversário das aparições. À pergunta de Marija Pavlovic: "Que coisa queres dizer aos sacerdotes?", a Virgem Santíssima respondeu assim:
"Queridos filhos, exorto-vos a convidar todos à oração do Rosário. Com o Rosário vencereis todos os obstáculos que Satanás, neste momento, deseja infligir à Igreja Católica. Vós, todos os sacerdotes, recitai o Rosário, dai espaço ao Rosário. Obrigada por terdes respondido ao meu apelo!"
Nos mistérios do Santo Rosário, contemplamos todas as fases do Evangelho:
Nos mistérios gozosos, percorremos as cenas da Encarnação e Infância do Verbo: a Anunciação do Arcanjo a Nossa Senhora, a Visitação à prima Isabel, a Natividade de Nosso Senhor Jesus Cristo, a Sua Apresentação no Templo e a Sua admirável Sabedoria manifestada entre os Doutores.
Nos Mistérios Dolorosos, meditamos sobre a Agonia de Nosso Senhor no Horto das Oliveiras e a Sua cruel Flagelação. Contemplamos, outrossim, a Coroação de Espinhos, a subida ao Calvário sob o peso da Cruz, culminando na Sua Crucificação e Morte redentora.
Nos Mistérios Gloriosos, contemplamos a triunfante Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo e a Sua admirável Ascensão aos Céus. Meditamos, outrossim, sobre a descida do Espírito Santo sobre a Virgem Maria e os Apóstolos, culminando na gloriosa Assunção de Nossa Senhora e na Sua Coroação como Rainha do Céu e da Terra.
Sob a maternal inspiração da Virgem Santíssima, a 16 de outubro de 2002, através da Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae, Sua Santidade o Papa João Paulo II acrescentou ao Santo Rosário com a inclusão dos Mistérios da Luz.
Nos Mistérios Luminosos, percorremos a vida pública de Nosso Senhor Jesus Cristo: desde o Seu Batismo no Jordão e o primeiro milagre nas Bodas de Caná, até à Proclamação do Reino de Deus, a Sua gloriosa Transfiguração e a Instituição da Santíssima Eucaristia.
Esta venerável devoção atravessou os séculos sob o constante empenho da Santa Igreja em difundi-la. Possui a virtude de despertar e nutrir em nós o recolhimento, conduzindo-nos ao encontro dos sacrossantos mistérios da nossa fé. É a oração tanto do douto quanto do simples, pois, como nenhuma outra, adapta-se com perfeição à capacidade de todos.
Supliquemos à Virgem Maria Santíssima a graça de sermos não apenas zelosos propagadores, mas, sobretudo, perseverantes na prática desta recitação; que o nosso espírito seja sempre animado por um ardente desejo de rezá-lo com fervor e alegria. Tenhamos a firme convicção de que o Santo Rosário é o elo que une o tempo à eternidade, entrelaçando a cidade terrena à Cidade de Deus.
Supliquemos à Mãe de Deus a mercê de sermos constantes propagadores e fiéis executores desta santa prática; que o nosso coração se inflame no propósito de rezá-la com perpétuo fervor. Tenhamos a firme convicção de que o Santo Rosário é o elo que une o tempo à eternidade, entrelaçando a cidade terrena à Cidade de Deus.